Os primeiros 10 anos - Instituto Tomie Othake
07/12/2011
"Os primeiros 10 anos" - exposição coletiva com curadoria de Agnaldo Farias + Tiago Mesquita + Paulo Miyada (Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Othake).
Ao comemorar seus 10 anos de atuação, o Instituto Tomie Ohtake traz ao público obras de artistas brasileiros que se notabilizaram no mesmo período.
A exposição apresenta, portanto, um raro panorama da arte do início do século XXI, reunindo cerca de 50 expoentes da nova geração e signatários dos mais variados suportes, da pintura à instalação.
EXPOSIÇÃO | EXHIBITION: 13/12/2011 - 26/02/2012
Instituto Tomie Othake [Avenida Faria Lima, 201 - São Paulo]

Para comemorar seus dez anos de atuação, o Instituto Tomie Ohtake realiza esta coletiva com artistas cujas trajetórias notabilizaram-se a partir do ano 2000. Este recorte de nosso passado-presente imediato, os primeiros do século XXI, traz cerca de 50 artistas signatários dos mais variados suportes, temáticas e origens.
Organizada pelo Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohake, dirigido por Agnaldo Farias, em parceria com o crítico convidado Tiago Mesquita, Os Dez Primeiros Anos pretende apontar recorrências, sintomas e inquietudes comuns a estes nomes de destaque no panorama contemporâneo emergente.
Para isso reúne tanto trabalhos inéditos, quanto obras consagradas ao longo da década e merecedoras de novo esforço narrativo.
Com esta exposição, reafirma-se uma das práticas que contribuíram para a consolidação do perfil da instituição e que consiste em apresentar recortes da arte brasileira assinados por alguns dos curadores mais importantes do país. Até então, Paulo Herkenhoff dedicou-se aos anos 1950, Glória Ferreira dos 1960 – 1970, Agnaldo Farias dos 1980 – 1990 e, junto com Moacir dos Anjos, também à “geração da virada”.
“O fato de o Instituto Tomie Ohtake atuar primordialmente no período entre o Pós-II Guerra e hoje, permitiu estas várias leituras, e Os Dez Primeiros Anos representa a cena atual, o passado próximo, na qual, embora ainda em andamento, já se podem vislumbrar evidências, principalmente como a de um período de excepcional desempenho dos jovens artistas, nunca visto na história da arte brasileira”, afirma Ricardo Ohtake, diretor do Instituto Tomie Ohtake.
Com passagens por programas como Rumos Artes Visuais, Bolsa Pampulha, Prêmio Marcantônio Vilaça e Prêmio Energias para a Arte, os artistas da geração representada na exposição começaram a produzir num meio institucional já constituído, disseminado pelo país e em várias medidas profissionalizado, portanto com oportunidades de produção.
É uma geração cada vez mais egressa da universidade, em cursos de graduação e pós-graduação, que cultiva desde cedo uma relação com o mercado e com o circuito da arte. São artistas que se deslocam com maior facilidade, participam de residências artísticas pelo mundo; alguns dos quais nasceram em um lugar, mas vivem e trabalham em outro.
Artistas convidados: Alice Micelli, Amanda Melo e Yuri Firmeza, Amilcar Packer, Ana Elisa Egreja, Ana Prata, Ana Sario, André Komatsu, Armando Queiroz, Bruno Dunley, Cadu, Carla Chaim, Cinthia Marcelle, Detánico & Lain, Eduardo Berliner, Fabiano Marques, Fábio Moraes, Felipe Cohen, Gisele Camargo, João Angelini, Jonathas de Andrade Souza, Leya Mira Brander, Lia Chaia, Lucas Arruda, Lucia Laguna, Marcellvs L., Marcius Galan, Marcone Moreira, Mariana Palma, Mariana Serri, Marilá Dardot, Marina Camargo, Marina Rheingantz, Matheus Rocha Pitta, Milton Marques, Nicolás Robbio, Nino Cais, Rafael Carneiro, Renata de Bonis, Renata Egreja, Rodolpho Parigi, Rodrigo Bivar, Rodrigo Braga, Rodrigo Matheus, Sara Ramo, Tamar Guimarães, Tatiana Blass, Thiago Martins de Melo, Tiago Tebet, Vitor Cesar e Wagner Malta Tavares.
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